7.3.07

amigos

É comum ouvi-lo falar dos amiguinhos da escola. “Os meus amiguinhos!” Há alguns cujos nomes se ouvem lá em casa desde sempre, desde o seu sempre lá. Gosta deles, das brincadeiras e fala em casa de tudo o que faz na escola. Mas amizade, amizade adivinha-se ser a que nutre pela M “Crescida” em contraposição a outra M. que é a “Bebé”. Ela é “a minha M.” É a namorada, a amiga, a compincha. “Quando for sábado vamos ver a M, vamos?” “Eu quero ir à casa dela, pode ser?”, "Vamos convidar a M para irmos à casa dela?" É verdade que o encanto também está nas brincadeiras que lá faz, os brinquedos que ela e o irmão lá têm, alguns já esquecidos por eles e dos quais ele arranca novas brincadeiras.
A M. “Crescida” tem-lhe causado angustia e desilusão, por coisas mínimas, como são aos nossos olhos as coisas das crianças. Ela arranca-lhe sorrisos puros, puros. Por ela, ele come a sopa toda. Com ele, ela divide os rebuçados da sua avó.

2 comentários:

ursitazul disse...

são tão giras as paixonetas nestas idades. eu nunca pensei que pudesse ser assim. O meu filho tb chamava a namorada de a "minha xoana", e era comum eu chegar lá e andarem os 2 no baloiço, ou no escorrega, ou simplesmente a correr juntos. ela chegava a traze-lo à porta quando ele se vinha embora primeiro. ~eram completamente amorosos

Costinhas disse...

e essas amizades puras puras, são tão bonitas de se ver! :)

Beijinhos

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