16.6.11

nós #1

Esta semana foi mais curta o que ajuda sempre à boa disposição. Viemos de um fim-de-semana grande passado no nossa aldeia, Avelãs de Ambom, na Guarda. Pudemos comer bem, brincar muito e na rua, estar, estar juntos e sossegar! Voltamos para uma semana que apesar de pequena foi bastante fora do normal. À vez o do meio e o mais velho dormiram na casa da avó N. porque primeiro a mãe e depois o pai tivemos de sair  de casa a horas desapropriadas e quase proibitivas. Este “dormir fora” ajuda o que fica sozinho a despachar-se de manhã e assim chegarmos todos a horas ao nosso destino. É uma facilidade e ao mesmo tempo um facilítismo. Claro que se a avó N. não tivesse disponível para isso nós teríamos de nos desenrascar e com toda a certeza que nos desenrascávamos. Para eles foram dias de mimo da avó. Muita televisão, algumas guloseimas e, principalmente, um ritmo diferente que inclui o ir a pé para a escola à conversa com a avó. Para o “do meio” esta foi também uma semana de passeio ao Museu do Brinquedo com os amigos da escolinha. Uma semana curta mas agitada. Eu descobri a Quinta de Ancede.. O jeep aos solavancos leva-nos pelos caminhos improvisados entre as vinhas. O engenheiro António Silva fala-nos do trabalho que ali fazem, das culturas e do que significa esta aposta na agricultura. É um projecto que em si não é inovador mas pelo contexto e pela instituição promotora é sem dúvida um projecto que merece ser destacado. A Quinta do Mosteiro de Santo André de Ancede fica no Concelho de Baião e é hoje um projecto impulsionado pela autarquia local. Vamos conversando e comendo as últimas cerejas deixadas nas árvores. Que país somos nós se não valorizamos a agricultura. Passei o dia entre vinhas, cerejas e todo o tipo de hortícolas e no regresso a casa um porta bagagens cheio de sabores da terra! É bom valorizarmos aquilo que somos, pensar naquilo que queremos ser e dar, sempre, o nosso melhor em tudo o que fazemos! Sexta-feira chega finalmente e vamos jantar sardinha assada na festa de Oeiras!




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